Varejo de SC registra maior crescimento do Sul do país nos últimos 12 meses

O volume de vendas do varejo de Santa Catarina continua em um cenário de crescimento.

Nos últimos 12 meses, o desempenho do comércio varejista ampliado, que engloba todas as atividades, se comparado com as 15 maiores economias do Brasil, figura como o quinto maior crescimento do país, com 10,5%. Além disso, é o melhor desempenho do Sul do Brasil.

Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio, divulgada nesta quarta-feira, dia 7, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em maio, na comparação com o mesmo mês do ano passado, o volume de vendas do segmento aumentou 17,5%.

O desempenho foi o melhor da região Sul do Brasil, em que Paraná e Rio Grande do Sul registraram 8,8% e 17%, respectivamente. É a terceira taxa positiva consecutiva e a quarta do ano.

“O resultado das vendas no varejo reflete em grande parte a dinâmica da atividade econômica dos estados. Dados oficiais atestam a pujança econômica de Santa Catarina que se destaca não só no Sul, mas na comparação com os grandes estados do país. Nos atestam que estamos no caminho certo, com políticas públicas acertadas que estão garantindo a manutenção do emprego e a segurança jurídica em nosso Estado, o que está permitindo atrair cada vez mais novos negócios. A pandemia vai acabar e Santa Catarina estará mais fortalecida e com a economia aquecida, se destacando como um celeiro de boas oportunidades”, comenta o secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon.

Segundo o IBGE, o resultado é também 4,7% superior a abril, que já vinha com um crescimento de 3,7%. No acumulado do ano, a alta foi de 14,6%.

ATIVIDADES

O varejo ampliado apresentou crescimento de quase todos os segmentos. Houve alta robusta para veículos, motocicletas, partes e peças (+61,0%); tecidos, vestuário e calçados (+34,3%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (+33,4%); equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (+26,9%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+18,7%); livros, jornais, revistas e papelaria (+18,6%); materiais de construção (+17,0%); e combustíveis e lubrificantes (+5,3%).

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