Migração para o digital gerou mais de R$ 1 milhão de economia para a Casan

Comemorando 50 anos, a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) lançou oficialmente e apresentou os primeiros resultados do projeto “Casan Sem Papel”, que usa a tecnologia como parceira na gestão de processos administrativos.

A iniciativa, que conta com um painel eletrônico de resultados em tempo real, marca a transição da tramitação física de processos na instituição para o Sistema de Gestão de Processos Eletrônicos (SGP-e), do Governo de Santa Catarina, e facilita o contato dos serviços da empresa aos cidadãos.

Desde 1º de janeiro, quando a tecnologia passou a ser usada para a criação e gestão de processos de modo 100% automatizado, a companhia já migrou 156 assuntos para o digital e registrou economia de cerca de R$ 1,3 milhão, sendo 3 mil quilos de papel e 260 toners de tinta para impressão que seriam destinados para a compra de papel, impressões, armazenagem e transporte de documentos físicos. 

“Nesses dois anos e meio da atual diretoria passamos por grandes desafios e cada funcionário demonstrou vestir a camisa da Casan. O que mais pudemos perceber foi uma empresa resiliente, principalmente na pandemia. O Governo Sem Papel foi um pontapé para essa transformação e a gente sabe que muitas vezes mudanças como essas ficam para o amanhã ou vão sendo transformadas aos pouquinhos. Com o Casan Sem Papel, a gente consegue mostrar que muitas vezes temos que ser mais ousados e conseguir fazer transformações sem nos prendermos ao passado para seguir em frente”, ressaltou Roberta Maas dos Anjos, presidente da Casan. 

De acordo com cálculos levantados por meio do SGP-e, sistema desenvolvido pela empresa de tecnologia Softplan, usado na digitalização de processos da Casan e outras repartições públicas do estado, os primeiros resultados da transformação digital na estatal apontam que a mudança para o digital poupou sete milhões de litros de água e resultou na preservação de 68 árvores, o que representa os recursos naturais necessários para produzir os 45 mil processos abertos e/ou em andamento na empresa no período.

Fernando Naim Schmitz, coordenador e head de produto da empresa, destaca que a transição para o digital na Casan fluiu muito bem e que as áreas relacionadas aos processos internos e de recursos humanos foram as mais impactadas pela transformação digital, o que reflete na agilidade e transparência dos serviços prestados à população e no dia a dia dos profissionais e resultados da companhia:

“É uma satisfação fazer parte da história da transformação digital da Casan e o quanto isso representa para os próximos anos: com rotinas de trabalho eficientes, otimizadas e sustentáveis. A Softplan tem uma história importante no desenvolvimento de tecnologia para a gestão pública e está há 30 anos implementando soluções como o SGP-e. Essa trajetória nos mostrou diversas vezes que a transformação digital no setor público não acontece apenas com a aquisição de softwares de ponta, é preciso que o usuário final, funcionário ou cidadão, abrace essa transformação. Essa é a chave para que uma instituição veja os benefícios da adoção de uma nova tecnologia e são esses resultados que a CASAN começa a alcançar”.

Além de digitalizar as rotinas, o sistena contempla um painel com dados sobre o fluxo de trabalho, que identifica onde estão gargalos de produção. A partir disso, é possível implantar mudanças para realocar esforços e reduzir burocracias e o tempo de tramitação dos processos, promovendo eficiência, transparência e agilidade aos serviços prestados à população.

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