Cinco vantagens do uso de fonte de energia fotovoltaica

A energia solar fotovoltaica está entre as opções renováveis mais acessíveis para comércios, indústrias e instituições públicas ou privadas.

Um mercado tão promissor que a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) estima um acréscimo de 4,9 gigawatts (GW) de potência instalada no Brasil em 2021, somando as usinas de grande porte e os sistemas distribuídos em telhados, fachadas e pequenos terrenos.

Isso representará um crescimento de mais de 68% sobre a capacidade instalada atual do país, que em janeiro era de 7,5 GW

Para o gerente do departamento de Solar e Eficiência Energética da Quantum Engenharia, Dilsonei Rigotti, além de ajudar na prevenção ao meio ambiente, outro atrativo para a implantação do sistema é a economia: o uso da tecnologia traz redução de até 90% nas contas de energia elétrica.

O Brasil é o 16º no ranking mundial de países geradores de energia solar. Uma vez que são mais de 500 mil consumidores beneficiados diretamente pela utilização de sistemas fotovoltaicos. 

Atualmente, de acordo com dados da Absolar, os sete estados brasileiros com maior potência instalada de geração distribuída são: Minas Gerais (17,89%), São Paulo (12,5%), Rio Grande do Sul (12,4%),  Mato Grosso (7,9%), Paraná (5,6%),  Goiás (5,2%) e Santa Catarina (4.3%). 

“Já são mais de 5 mil municípios em todo o território nacional apostando na qualidade e benefícios da tecnologia solar fotovoltaica. Principalmente inspirados por uma produção mais limpa e sustentável, e que, de quebra, gera economia”, destaca o especialista.

O uso de sistemas de energia fotovoltaica ajuda a evitar a emissão de gases prejudiciais às pessoas e ao meio ambiente, como o CO2, principal responsável pelo efeito estufa.

Cinco vantagens dos sistemas de energia fotovoltaica

1.     Preservação do meio ambiente diante da redução do uso das fontes convencionais (energia hidráulica, gás natural, carvão mineral, derivados do petróleo, energia nuclear).

2.     Redução nas emissões de gases que geram o efeito estufa, como o dióxido de carbono (CO2).

3.     Redução de até 90% nas contas de energia elétrica.

4.     PayBack (retorno no investimento) médio de cinco anos, sendo o sistema projetado para gerar energia por 25 anos ou mais.

5.     Baixa manutenção (basicamente limpeza e serviços preventivos, duas a três vezes ao ano).

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