WEG e Engie Brasil Energia concluem instalação do primeiro aerogerador nacional

A WEG, de Jaraguá do Sul, e a ENGIE Brasil Energia, de Florianópolis, estão concluindo a fase mais importante do projeto de Aerogerador Nacional, que é a montagem do equipamento.

Localizado no município de Tubarão, está instalado no parque experimental de pesquisa e desenvolvimento da ENGIE e é resultado de uma parceria com a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

O aerogerador foi projetado e construído pela WEG e a segunda etapa do projeto também contou com recursos das Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A (CELESC).

O objetivo é desenvolver e incentivar a tecnologia nacional em energia eólica para reduzir a dependência de outros países, por meio do fortalecimento da cadeia brasileira de fornecedores de componentes e prestadores de serviços para a fabricação e instalação de aerogeradores de grande porte.

“O desenvolvimento do aerogerador AGW 147/4.2 contou com times multidisciplinares de engenharia. A validação final dos componentes foi realizada na sede da WEG através da bancada back-to-back. Em tal arranjo, dois aerogeradores são conectados mecanicamente um de frente para o outro atuando como gerador e o outro como motor simulando o vento o que permite mais autonomia ao nosso processo de P&D. Vale enfatizar que esta estrutura de testes é a maior do tipo das Américas, estando apta a atender futuras plataformas de até 6MW. Já o segundo aerogerador utilizado no arranjo será destinado ao mercado indiano, com instalação deste protótipo de 50Hz prevista ainda em 2021”, conforme explica o diretor superintendente da WEG Energia, João Paulo Gualberto da Silva.

Guilherme Ferrari, diretor de Novos Negócios, Estratégia e Inovação da ENGIE Brasil Energia, destaca que “o investimento da ENGIE neste projeto é superior a R$ 80 milhões e busca incentivar o mercado nacional para a energia eólica. O desenvolvimento de tecnologia brasileira pode trazer benefícios socioeconômicos para diversas regiões, aumentar a competitividade do país para o fornecimento destes equipamentos no exterior e pode vir a reduzir o custo da energia gerada, trazendo benefícios diretos para o consumidor”.

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