PIB de SC cresce 2,9% e mantém estado entre as maiores economias do país

O Produto Interno Bruto (PIB) de Santa Catarina cresceu 2,9% entre março do último ano até o mesmo mês deste ano.

De acordo com o economista da secretaria de desenvolvimento econômico do estado, Paulo Zoldan, no primeiro trimestre deste ano, os principais segmentos da economia tiveram um crescimento bastante robusto e contribuíram para acelerar a recuperação do PIB.

A indústria de transformação, por exemplo, cresceu 17,8% neste primeiro trimestre, quando comparado com o mesmo trimestre do ano passado.Na mesma comparação, os serviços cresceram 9,4%, o comércio teve alta de 7,7%, as exportações de 4,3% e as importações de 46,6%.

“Este desempenho permitiu acelerar o crescimento da economia e manter a posição de Santa Catarina entre as de maior crescimento do país. Na comparação com as 14 maiores economias do Brasil, quando observado o período de 12 meses encerrados em março de 2021, relativos ao mesmo período anterior, o estado figura como o de melhor desempenho na produção de serviços, terceiro na produção industrial e quarto no crescimento do volume de vendas do comércio. Na geração de empregos formais, o estado passou da terceira posição em março, para a primeira em abril”, destaca o economista.

SERVIÇOS IMPULSIONAM A ECONOMIA

Para o economista, o bom desempenho foi puxado principalmente pelo do setor de serviços, responsável por 68% do PIB e que cresceu 2,5% no período. O comércio cresceu outros 4,8%.

A indústria cresceu 4,6%, sendo que a indústria de transformação cresceu 2,1% e a construção civil, no embalo das reformas residenciais e retomada dos investimentos, cresceu 14,8%.

Na indústria de transformação os maiores destaques foram o crescimento dos segmentos de máquinas e equipamentos (25%), máquinas elétricas (15,8%), borracha e material plástico (8,1%), têxtil (6,7%) e de papel e celulose (5,9%).

No setor de serviços, além do desempenho do comércio, o destaque foi o crescimento dos serviços profissionais, científicos, técnicos e administrativos e complementares, que cresceram 17,2%.

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