Comércio de SC teve queda de 0,6% em fevereiro

As vendas do comércio varejista ampliado de Santa Catarina cresceram 0,3% em fevereiro, na comparação com janeiro, segundo dados divulgados na Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Já na comparação com fevereiro do ano passado, o último mês de normalidade econômica anterior ao decreto de início da pandemia, o índice teve queda de 0,6%, enquanto o nacional retraiu 1,9% nesta mesma comparação.

Foi a primeira variação negativa no estado, depois de oito meses de crescimento. Ainda assim, o estado apresentou um desempenho melhor quando comparado com Paraná (-1,2%) e Rio Grande do Sul (-9,0%).

“Os estados vivem momentos desafiadores diante do avanço da pandemia, portanto, comemoramos os grandes e também, os pequenos avanços, que mostram a resiliência diante das dificuldades. Não é à toa, que Santa Catarina mantém os melhores índices de emprego, mesmo que os consumidores se mantenham cautelosos nas compras, o que afeta o setor de comércio. Seguimos confiantes nas ações de enfrentamento, na saúde a na manutenção dos empregos dos catarinenses”, avalia o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon.

As variações em relação ao ano passado estão diretamente atreladas às adaptações dos hábitos de consumo.

Elas impactaram mais os setores de livros, jornais, revistas e papelaria (-33,2%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-15,9%), e equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-8,7%). O varejo de tecidos, vestuário e calçados teve retração de 6,3% nesta comparação.

CONSTRUÇÃO CIVIL EM ALTA

No acumulado deste ano, o volume de vendas do comércio ampliado catarinense apresenta estagnação, enquanto a média do país teve retração de 2,5%. Já na variação acumulada de 12 meses, o varejo catarinense cresceu 1,9%, e no Brasil retraiu 2,3%.

Nesta última comparação, o destaque foi para o setor de material de construção, que cresceu 15,6%, na comparação com os 12 meses, assim como também para os segmentos de hipermercados e supermercados (13,4%), artigos farmacêuticos (9,3%) e móveis e eletrodomésticos (8,8%).

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