O que 2020 nos ensinou sobre gestão e empatia

Por Rodrigo Bergamini, CEO da Gestão OPME


Estamos a caminho do final de um dos anos mais atípicos que pudemos presenciar. Ele veio para transformar a maneira de nos relacionarmos e de consumirmos produtos e serviços. Nos fez priorizar elementos da nossa vida e nos fez encarar novos desafios em diferentes áreas.

No âmbito da gestão de negócios, as mudanças foram muitas, e continuam sendo. A área da saúde teve um desafio latente e mais urgente do que nunca: oferecer um atendimento de qualidade e desenvolver iniciativas que preconizassem a preservação da saúde.

Os que atuam no setor sabem o quão desafiador foi (e ainda está sendo) um ano como esse.

Aqui na Gestão OPME atendemos operadoras de saúde e autogestões de todo o país. E neste ano pudemos perceber como a realidade foi completamente alterada. Houve a paralização das cirurgias eletivas, o aumento no fluxo de atendimentos de urgência/emergência e o fechamento de postos de trabalho, o que, consequentemente, impactou na redução do
número de beneficiários dos planos de saúde. Além, é claro, na sobrecarga dos profissionais da área assistencial (do que chamamos de “linha de frente”).

Empresas que atuam junto das operadoras de saúde, como é o nosso caso aqui na Gestão OPME, devem desenvolver um olhar estratégico e, ao mesmo tempo, empático. Serviços que auxiliem as pessoas de ponta a ponta do sistema, do médico ao beneficiário. Uma matemática simples: soluções que venham para somar e multiplicar melhores resultados em um setor tão
impactado como foi o da saúde.

Por isso, posso afirmar que este ano veio nos desafiar muito em termos de gestão e, acima de tudo, sobre empatia. Nos colocarmos no lugar de nossos colaboradores, de nossos clientes e de seus beneficiários. Excelência nos serviços, cuidado com as pessoas envolvidas e agilidade, pois sabemos que na área da saúde, o tempo pode ser vital. Cabe às empresas priorizarem soluções que realmente façam a diferença na vida das pessoas, direta ou indiretamente.

O ano de 2020 ainda nos reserva algumas semanas e, certamente, muitos aprendizados. Mas, de antemão, posso afirmar: ele nos ensinou muito sobre novos desafios de gestão e empatia. E acredito que os tenha ensinado também.

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