Conservadoras da Termotécnica são usadas para exportar limão para a Eurásia

O Brasil é um dos maiores produtores mundiais do limão Tahiti e o maior exportador da fruta para União Europeia, de acordo com a Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados.

Ainda que apenas 7% do que é produzido seja destinado ao mercado internacional, cerca de 70 milhões de toneladas, na última década a exportação do limão dobrou no país.

Este ano, com a pandemia do coronavírus e a recomendação dos profissionais de saúde para aumentar o consumo de FLVs (frutas, legumes e verduras) para reforçar a imunidade, a demanda de cítricos em todo o mundo vem crescendo.

Desenvolvendo soluções de conservadoras com a marca DaColheita, e trabalhando com produtores parceiros, a Termotécnica, com sede em Joinville, tem contribuído para a ampliação da participação das frutas brasileiras nos mercados externos.

Agora em julho, uma grande carga de limão Tahiti acaba de ser despachada para abastecer o mercado da Eurásia acondicionadas nas conservadoras da empresa.

Por ter cerca de um mês entre a colheita no Brasil até a disponibilidade para o consumidor destes países compradores, as características das conservadoras em EPS DaColheita trazem grandes benefícios em toda a cadeia.

Com essa solução de embalagem e conservação, as frutas importadas do Brasil podem suportar a longa jornada de transporte chegando frescas e com seus valores nutricionais preservados nos mercados mais distantes. 

“As nossas soluções pós-colheita valorizam e são um grande ativo para os produtores das frutas brasileiras, pois garantem que elas sejam acondicionadas, transportadas, entregues e expostas aos seus clientes em diversos países com a mesma qualidade, frescor e cuidado do processo de cultivo e colheita”, destaca o diretor superintendente da Termotécnica, Nivaldo Oliveira.

Nesta corrida, do produtor ao consumidor, as soluções pós-colheita da Termotécnica ampliam em até 30%shelf-life das frutas mantendo suas propriedades nutricionais por mais tempo.

Certificados por testes em laboratórios europeus (AgroTropical e HDG), esses resultados conferem redução de perdas e desperdício de alimentos, o que torna a linha sustentável e adequada para acondicionar as frutas, além de reduzir a absorção de impactos no transporte e melhorar a exposição no varejo.

Com tecnologia e designs patenteados, permitem alto isolamento térmico, facilidade no empilhamento e transporte.

Isso representa também dias a mais com a fruta saudável nas gôndolas com muitas vantagens para o varejista.

Ainda sobre as questões de operação e custos logísticos, os benefícios da conservadora em EPS DaColheita em relação a outros materiais são comprovados.

Em comparação com as embalagens em papelão, por exemplo, as conservadoras em EPS são até 60% mais leves, reduzindo o peso em cerca de 30%, o que representa também economia do frete aéreo.

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